Inadvertidamente parei no corredor da associação. Esperava pelo André, enquanto ele satisfazia a necessidade de atenção de outrém deparei-me com ela. Não esperem por uma declamação extensa sobre as suas qualidades (pois cabem bem na palavra merda), não é amor que motiva este post, muito pelo contrário.
Ao vê-la passar, pintada de laranja, face longa e esquálida, em mim nasceu uma imagem.
Uma cobra a regurgitar um rato.
Foi isso.
Fim.
1 comentário:
Conta-me esse rapaz André que depois de se conseguir livrar das lapas ouviu essa história e riu o caminho todo até casa. A coitada nem sabe, mas colaborando com a tua imaginação fez hoje uma cara sorrir mais que o que esperava por se estar a dirigir para o local onde mais uma vez enfrentaria a tarefa de fazer os abomináveis relatórios. A merda também tem qualidades, também consegue fazer o bem, ainda que inadvertidamente...
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